Pesca esportiva contagia a criançada no penúltimo dia da FIPe
Foto: Lygia Lima
As crianças lotaram às margens do Rio Paraguai
Pesca esportiva contagia a criançada no penúltimo dia da FIPe
Foto: Lygia Lima
Todas as crianças foram premiadas com medalhas
Pesca esportiva contagia a criançada no penúltimo dia da FIPe
Foto: Lygia Lima
A cultura pantaneira também esteve presente na FIPe
Pesca esportiva contagia a criançada no penúltimo dia da FIPe
Foto: Lygia Lima
O vôlei de praia deu a pitada de esporte ao festival
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Pesca esportiva contagia a criançada no penúltimo dia da FIPe

Sábado, 14 Maio 2011 19:26
Lygia Lima | Especial para o Caravana

Neste sábado foi a vez das crianças irem às margens do Rio Paraguai, em Cáceres (MT), para participar da competição de pesca esportiva

Milhares de crianças praticaram a pesca esportiva e despertaram a consciência para a preservação ambiental no 31º Festival Internacional de Pesca Esportiva (FIPe), em Cáceres. As competições infantil e juvenil ocorreram na manhã deste sábado e mostraram que desde cedo é possível praticar o popular “pesque e solte”.

Crianças de várias idades, acompanhadas dos pais ou de familiares se perfilaram às margens do Rio Paraguai para o torneio infantil. Cada um com sua isca e uma estratégia de pesca tentavam fisgar o maior peixe, uma vez que as pontuações eram por centímetro de peixe fisgado. Os fiscais das provas acompanhavam tudo de perto, medindo e acompanhando as reações das crianças com cada fisgada. Quando saia um peixe, era só alegria, o mesmo era medido e em seguida solto novamente na natureza.

O presidente da comissão organizadora da prova, Claudionor Duarte Correia, explicou que para dar conta de acompanhar e fiscalizar a prova em que milhares de crianças estão competindo, são necessários 122 fiscais e coordenadores de prova. Essas pessoas são voluntários e membros de clubes de serviço e da sociedade que atuam acompanhando e fiscalizando a competição.

Além dessa equipe, corpo de bombeiros, polícia militar e membros da Cruz Vermelha acompanharam atentos toda prova para garantir a segurança dos pequenos pescadores.

Até para os que não conseguiram fisgar nada, a prova teve sua compensação, afinal, todos receberam medalhas de participação e puderam fazer parte do maior campeonato de pesca em água doce do mundo.

Expectativa

Mas a prova que garante o título de maior torneio de pesca em água doce ocorre mesmo na manhã deste domingo, último dia do festival, quando são esperados cerca de 400 equipes competidoras em barcos motorizados. A largada está prevista para às 8h da manhã, mas desde às 6h as equipes já estarão se preparando com a alvorada.

Serão oito horas de pesca embarcada acompanhada por fiscais de prova que utilizarão software para garantir a maior transparência e agilidade no processo de apuração dos pontos.

Cultura Pantaneira

Hoje, além do torneio de pesca infantil, o público que foi acompanhar a prova das crianças puderam assistir apresentações culturais de Siriri, Cururu e Rasqueado, símbolos da cultura matogrossense. O grupo Raízes Cuiabanas, composto por 60 integrantes, apresentaram várias danças ao som da viola de cocho, ganzá, mocho e das músicas entoadas pelos membros do grupo.

A valorização da cultura matogrossense está presente em vários momentos no Festival Internacional de Pesca, já tendo sido apresentado nos palcos durante as atrações noturnas, durante o dia antes de provas e o bailão pantaneiro com os cantores Henrique, Pescuma e Claudinho, que prometem fechar com chave de ouro o FIPe, com uma grande apresentação na noite deste domingo.

Show e esporte

As emoções não ficam apenas por conta dos peixes fisgados, mas a cada ponto conquistado nas competições esportivas que estão sendo disputadas na Praia do Daveron. Enquanto crianças e adolescentes jogavam a isca, atletas se esforçavam para conquistar pontos e continuar na etapa do campeonato matogrossense de vôlei de praia, que está sendo disputado em Cáceres.

Já na noite de sexta-feira o cantor cearense Fagner fez com que milhares de pessoas cantassem juntos seus grande sucessos. No sábado à noite foi a vez da banda baiana Araketu colocar todo mundo para dançar ao som de antigas e novas canções.

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