Turismo náutico de olho na Copa de 2014
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Esportes náuticos serão explorados também no Mundial
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Turismo náutico de olho na Copa de 2014

Terça, 31 Janeiro 2012 11:04
Ministério do Turismo

Ministério do Turismo e a Agência Nacional de Águas elaboram acordo de cooperação técnica para o setor com vistas ao mundial

 

O Ministério do Turismo e a Agência Nacional de Águas (ANA) deverão fechar, nos próximos dias, uma parceria para identificar trechos de rios e reservatórios brasileiros com potencial para o turismo náutico, inclusive cachoeiras e praias artificiais.

O estudo vai apontar diretrizes para a criação de normas que disciplinem o turismo nestes cursos e bacias hidrográficas. O objetivo é alavancar o potencial turístico das cidades que formam o entorno das sedes da Copa das Confederações, em 2013, e da Copa do Mundo de Futebol FIFA, em 2014.

Segundo o diretor do Departamento de Financiamento e Promoção de Investimentos no Turismo (DFPIT) do MTur, Hermano Carvalho, o projeto será desenvolvido de acordo com o conceito da atual política pública do turismo - de unir as forças dos vários setores envolvidos no assunto.

"Grande parte das atividades turísticas no Brasil é realizada nas proximidades de espelhos d’água, como praias, lagos, rios e estâncias hidrominerais. Portanto, Ministério do Turismo e ANA vão criar, juntos, instrumentos para garantir que as atividades náuticas no País se desenvolvam de maneira ordenada e sustentável", frisa o diretor.

 

O MTur vai indicar destinos e sugerir sinalização especial para a prática de atividades turísticas que impactam e são impactadas pela gestão dos recursos hídricos. O estudo deverá incluir, ainda, medidas de preservação da qualidade da água e das paisagens hídricas, respeito à biodiversidade e manutenção da fauna e flora da região.

Mercado

As regiões com recursos hídricos e condições de balneabilidade - ou propícios à pesca e à prática de esportes náuticos - já estão em processo de expansão das atividades ligadas ao setor e à demanda de lazer no Brasil. A prestação de serviços em marinas e áreas náuticas gera, em média, três postos de trabalho por barco ancorado.

Aproximadamente 90% da produção mundial de equipamentos para as atividades náuticas de recreio estão concentrados nos países que melhor desenvolveram esse segmento: Estados Unidos, França, Alemanha, Inglaterra e Itália.

 

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