Petar - Parque Estadual Turístico do Alto do Ribeira (SP)
Foto: Daniapanoia
As cavernas são o ponto alto do parque estadual
Petar - Parque Estadual Turístico do Alto do Ribeira (SP)
Foto: The Hvalros
Turistas se impressionam ao adentrar às cavernas
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Petar - Parque Estadual Turístico do Alto do Ribeira (SP)

Caravana da Aventura | Da Redação

O que leva alguém a querer dar uma voltinha pelo subterrâneo? O desejo de chegar até o final do labirinto das galerias. O desafio de penetrar no mundo aparentemente hostil de morcegos e estalactites.

O gosto por uma beleza que poucos sabem apreciar. Seja lá o que te motiva, se você for um fã das cavernas, o Parque Estadual Turístico do Alto do Ribeira (Petar) é o seu lugar. São mais de 300 espalhadas pela mata, 12 delas abertas a visitação do público.

O Parque Estadual Turístico do Alto do Ribeira está entre os municípios de Iporanga e Apiaí, perto da divisa com o estado do Paraná. Fica a 320 km da cidade de São Paulo, pela BR 116. Divide-se em quatro núcleos de visitação: Santana, Ouro Grosso, Caboclos e Casa de Pedra.

A aventura começa pelo núcleo Santana, o principal do Parque, no vale do Rio Betari. Por ali a Caverna da Água Suja, a 1800 metros de galerias até atingir sua cachoeira interna. Do lado de fora outra cachoeira, a das Andorinhas, com 35 metros de queda. Perto dali a Cachoeira do Buritizinho com 45 metros de queda. Mas o destaque desse núcleo é a caverna Santana com 7 km de extensão, considerada uma das mais bonitas do parque.

No núcleo Ouro Grosso, a caverna de mesmo nome é o principal desafio, devido à sequência de cachoeiras de seu interior. No núcleo dos Caboclos se destacam as Cachoeiras Sete Reis e Maximiniano. Além das cavernas Arataca, Chapéu, Desmoronada, Aranhas e Água Sumida. No núcleo Casa de Pedra, há as trilhas pela Mata Atlântica, além da Caverna Casa de Pedra e a Caverna de Cristal.

Além da espeleologia é possível praticar outros esportes no parque como o rapel, o cachoeirismo, e o acqua ride no rio Betari. Aliás essa atividade foi inventada ali, pelos espeleólogos, que transportavam seus equipamentos pelo rio em pneus de caminhão.

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