Canindé de São Francisco (SE)
Foto: Foresti
As águas claras da região são um convite ao mergulho
Canindé de São Francisco (SE)
Foto: Marcel
Paredões rochosos formam cenários maravilhosos
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Canindé de São Francisco (SE)

Caravana da Aventura | Da Redação

Conhecer cavernas com pinturas milenares, trilhar a rota do cangaço, navegar por entre os cânions do rio São Francisco. As marcas deixadas por Canindé sobrevivem ao tempo e vão além da cidade pela memória de quem passa por lá. Com 2 km de extensão, seguindo o leito de um rio temporário, a trilha leva até o Vale dos Mestres. As pinturas de três mil anos ficam nos abrigos no sopé dos paredões.

A cidade possui também um outro sítio arqueológico, o Mundo Novo, e o Museu de Arqueologia de Xingó.
Canindé de São Francisco fica a 203 km de Aracaju, às margens do Velho Chico, na divisa de Sergipe com Alagoas.

Navegar pelo rio em escunas ou catamarãs é um dos atrativos principais da cidade. No caminho ilhas, enseadas e grutas, como a do Talhado, um santuário de São Francisco.

A construção da barragem para a usina hidrelétrica revelou o cânion do Xingó. Com 65 km de extensão e 170 metros de profundidade é propício para a prática do canionismo.

Do sítio Duas Irmãs inicia a rota do Cangaço, até a Grota de Angico, local onde Lampião e Maria Bonita foram mortos em emboscada.

A criação da Usina Hidrelétrica do Xingó nos anos 90 fez com que boa parte da cidade tivesse que mudar de lugar. Vivendo entre marcas de passados diversos o povo de Canindé vai reinventando sua memória.

 

 

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