Parte 3: Última parada: Parque Nacional do Jaú
Foto: Pedro Cattony
O Parque Nacional do Jaú foi a última parada da expedição e suas águas e corredeiras leves proporcionaram um refrescante mergulho para abrandar o forte calor da região norte

Parte 3:
Última parada: Parque Nacional do Jaú

Domingo, 24 Abril 2011 Pedro Cattony | Do Caravana

Em meio a muito sol e ao encontro do rio Negro e um de seus afluentes, o Branco, a aventura seguiu até o maior parque florestal do planeta, que abriga corredeiras e uma intensa fauna

O dia se apresentou ensolarado e as poucas nuvens presentes recebiam o reforço de seus reflexos no grande espelho d'água oferecido pelo rio Negro. Mais à frente, o espelho se dissipava em águas mais claras. Estávamos no encontro do rio Negro com um de seus afluentes: o rio Branco. Alguns botos se divertiam transpondo e agitando a barreira criada pelas tonalidades diferentes como se quisessem misturá-las e unificá-las em um único grande rio novamente.

O parque nacional do Jaú, o maior parque florestal do mundo, foi nosso destino final nesta jornada. De lá, regressaríamos para Manaus visitando algumas comunidades tradicionais ribeirinhas. No parque, macacos, preguiças, pacas, ariranhas e aves podem ser observados próximo à hora do por do sol. Enquanto esperávamos pelo horário de maior atividade dos animais, tomamos a pequena voadeira em direção às corredeiras. Em uma delas, descemos em uma pequena ilhota, de onde podíamos saltar e nos refrescar do forte calor da tarde.

Deixamos o parque já tarde e continuamos navegando por toda madrugada. Na volta, tive o tempo que precisava para absorver o que vi e, também, de entender a verdadeira Amazônia e toda diversidade cultural produzida por ela.

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