Recolhimento de pilhas e baterias é ainda um problema no país
Foto: Divulgação
As pilhas apresentam materiais como carvão e metais
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Recolhimento de pilhas e baterias é ainda um problema no país

Terça, 25 Janeiro 2011 07:17
Caravana da Aventura | Das agências

Alguns estados, como Campo Grande (MS) apresentam ainda ausência de pontos para descarte destes materiais

Preocupante... É desta forma que se pode classificar a falta ainda de espaços no comércio varejista de alguns estados para o recolhimento de pilhas e baterias que não são mais usadas pelos consumidores.

De acordo com a resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), em vigor desde o dia 5 de novembro de 2010, o setor do comércio varejista de todo o país, que comercializa produtos assim tem de apresentar depósitos para descarte dos materiais, o que não é cumprido ainda em todo o território brasileiro.

Na cidade de Campo Grande (MS), por exemplo, alguns locais varejistas não tem cumprido com a determinação do Conama. “Nós anunciamos essa decisão por informativo a todos os supermercados associados e realizamos na primeira semana de dezembro do ano passado uma reunião extraordinária para reiterar o pedido de coleta de pilhas e baterias pelos supermercados”, salienta João Marques, assessor jurídico da Associação Sul-Matogrossense de Supermercados (Amas), ao portal Correio dos Estados.

Uma outra decisão do Conama, essa de 2001, exige que pilhas e baterias apresentem uma quantidade menor de metais pesados, com objetivo de diminuir a contaminação quando descartadas no meio ambiente.

As pilhas alcalinas, por exemplo, podem ser descartadas no lixo doméstico, mas o biólogo Carlos Rodrigo Lehn não concorda com tal determinação e defende o descarte em locais apropriados. “As pilhas têm carvão e metais, que demoram a se decompor. É mais viável levar mesmo esse material aos pontos de descarte”, explica.

 

 

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