Cordilheira dos Andes / Eduardo Bernardino
Foto: Eduardo Bernardino
Retratos contam histórias de vida
Cordilheira dos Andes / Eduardo Bernardino
Foto: Eduardo Bernardino
Momentos podem passar rápido
Parque do Itatiaia / Eduardo Bernardino
Foto: Eduardo Bernardino
Momentos com amigos na montanha
Natureza / Eduardo Bernardino
Foto: Eduardo Bernardino
Pedacinho do jardim da casa dos avós
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Fotografem muito!

Sexta, 17 Agosto 2012 15:38
Eduardo Bernardino | Do Caravana

No último Dia Mundial da Fotografia, o repórter fotográfico Eduardo Bernardino falou sobre a maravilha que é o ato de fotografar e deu dicas importantes para os amantes de uma boa foto

No dia 19 de agosto comemora-se o Dia Mundial da Fotografia. Não vou me ater ao aspecto histórico, quero apenas compartilhar com vocês um pouco das maravilhas do ato de fotografar.

Hoje qualquer pessoa tem acesso a algum tipo de câmera para registros fotográficos, nem que seja aquela que equipa os celulares mais baratos. A qualidade da câmera pouco importa. O mais importante é fazer o registro da imagem, congelar um momento importante em nossas vidas, pessoas, paisagens, imagens inusitadas, qualquer coisa.

O registro fotográfico é muito prazeroso, ele pode nos remeter a lugares incríveis que visitamos, pode contar a história de uma vida inteira por meio de apenas um retrato, pode trazer à tona a imagem daquela pessoa que não vemos há tanto tempo que quase não conseguimos lembrar de seus traços e por aí vai...

Fotografias servem para sensibilizar pessoas para uma causa, pode fomentar repulsa, atração, desejo, trazer sorrisos ou lágrimas, tudo depende do olhar de quem pressionou o botão disparador naquele exato momento. E ali que se encontra a magia da fotografia, pois cada um tem o seu próprio momento predileto dentro de cada cena.

O fotógrafo é quem escolhe e clica (tudo bem que neste ponto pode surgir um problema, pois, como disse o fotógrafo Lewis Hine, “a fotografia não mente, mas mentirosos fotografam”, mas vamos pensar nas coisas boas) e este será o momento escolhido para contar aquele trecho da história, que foi embora tão rápido quanto surgiu.

Não quero me prolongar, quero apenas aconselhar: Fotografem, não deixem de guardar em imagens os momentos em família, os quais um dia serão apenas lembranças: a casa onde vive, o quarto onde dorme, o seu lugar predileto em meio à natureza (ou na cidade), as ruas por onde costuma caminhar, os amigos... Fotografem muito e fotografem tudo. Vale a pena!

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